terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Nada a declarar

Bem, como devem ter reparado, eu tenho escrito pouco, mas também é pouco motivador escrever para poucos leitores (se é que tenho alguns), mas também não escrevendo não irem reunir um grupo de "fieis súbditos". Hoje sinto-me numa de improvisar algo ao meu estilo. Bem, chega de letra...

Não tenho nada a declarar, para quem não se quer mostrar. Não vou ligar a quem se quer marcar. As coisas mudam muito, mais do que eu gostaria por vezes. Mudam tão depressa que nem reparo nas suas mudanças, e quando finalmente as noto, já é tarde demais. Sempre me disseram que o instinto era para negar, e que a alma era para vender, mas nunca acreditei em tais coisas. Cresci a ouvir muitas coisas que felizmente, tive capacidade para não as ouvir. As palavras mudam o mundo de formas que não nos apercebemos. Cada um de nós já mudou imensamente tudo apenas por estarmos vivos. O meu nascimento pode ter salvo e morto várias pessoas... Eu ter atrasado alguém dois segundos pode ter consequências devastadoras na vida dessa pessoa, e no entanto, é algo que nos passa despercebidos.

Não tenho nada a declarar, para quem não quiser acreditar. Não irei ligar a quem superior se achar. Não tenho nada a declarar.

3 comentários:

Mauro disse...

Para quem nada tem a declarar muito dizes... ou tentas ehehehehe...
Abraço de um leitor

Pukininah disse...

Eu cá declaro que sou uma leitora fiel que vem sempre que pode apenas não se pronuncia..ou nao se declara como tu dizes =P
Podemos ser poucos leitores mas estamos aqui na mesma ^^ sempre é melhor uns que nenhuns =)

Bjinhus

ricardo disse...

E para os mais atrasados? Para aqueles que demoram não 5 min, não 10 min, mas sim 1h (e, não raras vezes, mais tempo, apesar de ser um defeito que tenho vindo a tentar melhorar)! Fica aqui uma palavra de um amigo, que apesar de não dar notícias há meses, não se esquece de ti pá! se bem que neste aspecto de não dar notícias, temos de dividir as culpas, porque tu também não dizes nada! Enfim!

Um forte abraço, de um leitor, não muito assíduo, mas que admira, por vezes, uma boa reflexão.